O Perispirito não morre.
Revista Espírita de maio de 1858
de Allan Kardec, onde se destaca a diferença entre ALMA e Espírito no uso do
Períspirito:
...a alma não deixa tudo na
sepultura e que leva alguma coisa consigo.
Haveria, assim, em nós, duas espécies de matéria: uma grosseira, que constitui o envoltório exterior, OUTRA SUTIL E INDESTRUTÍVEL. A morte é a destruição, ou melhor, a desagregação da primeira, da que a alma abandona; a outra se libera e segue a alma que CONTINUA, DESSE MODO, TENDO SEMPRE UM ENVOLTÓRIO; é o que chamamos perispírito. Essa matéria sutil, extraída, por assim dizer, de todas as partes do corpo ao qual estava ligada durante a vida, dele conserva a impressão; ora, eis por que os Espíritos se vêem e por que nos aparecem tais quais eram quando vivos.
Haveria, assim, em nós, duas espécies de matéria: uma grosseira, que constitui o envoltório exterior, OUTRA SUTIL E INDESTRUTÍVEL. A morte é a destruição, ou melhor, a desagregação da primeira, da que a alma abandona; a outra se libera e segue a alma que CONTINUA, DESSE MODO, TENDO SEMPRE UM ENVOLTÓRIO; é o que chamamos perispírito. Essa matéria sutil, extraída, por assim dizer, de todas as partes do corpo ao qual estava ligada durante a vida, dele conserva a impressão; ora, eis por que os Espíritos se vêem e por que nos aparecem tais quais eram quando vivos.
Mas essa matéria sutil não tem a
tenacidade, nem a rigidez da matéria compacta do corpo; ela é, se assim podemos
nos expressar, flexível e expansível; por isso a forma que toma, se bem que
calcada sobre a do corpo, não é absoluta; ela se dobra à vontade do Espírito,
que pode dar-lhe tal ou tal aparência, à sua vontade, ao passo que o envoltório
sólido oferece-lhe uma resistência intransponível; desembaraçado desse entrave
que o comprimia, o perispírito se estende ou se retrai, se transforma, em uma
palavra, se presta a todas as metamorfoses, segundo a vontade que age sobre
ele.
Allan Kardec
Andre Luiz narra em seu livro
Libertação que o perispirito é perecível que ele morre fenômeno que ele chama
de segunda morte, ele usa o termo perecível e Kardec já explica que o
perispirito é indestrutível.
Como disse Kardec ...a alma não deixa tudo na sepultura e que
leva alguma coisa consigo.
Haveria, assim, em nós, duas espécies de matéria: uma grosseira, que constitui o envoltório exterior, OUTRA SUTIL E INDESTRUTÍVEL.
Haveria, assim, em nós, duas espécies de matéria: uma grosseira, que constitui o envoltório exterior, OUTRA SUTIL E INDESTRUTÍVEL.
A morte é a destruição, ou
melhor, a desagregação da primeira, da que a alma abandona; a outra se libera e
segue a alma que CONTINUA, DESSE MODO, TENDO SEMPRE UM ENVOLTÓRIO; é o que
chamamos perispírito.
Vemos claramente que o
perispirito como explica Kardec é INDESTRUTÍVEL.
Se ele é indestrutível ele não é
perecível como fala Andre Luiz e não pode morrer, portanto, Andre Luiz
mistificou mais uma vez.
Wilson Moreno.
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