Herculano Pires fala sobre a
critica.
Sem crítica não há correção de
erros, não há renovação de conceitos nem abertura de perspectivas para a
evolução.
Pode o espírita desprezar e condenar a crítica?
Pode o espírita desprezar e condenar a crítica?
Se o pode, como julgar a
legitimidade ou não das comunicações mediúnicas, como poderá passar as
mensagens pelo crivo da razão, segundo a recomendação de Kardec, como
enfrentará as mistificações que hoje, mais do que nunca brotam e se propagam
como tiririca no meio da seara?
Como apreciará o que é bom e o que é mau, o que é certo e o que é errado?
Como apreciará o que é bom e o que é mau, o que é certo e o que é errado?
Quem renuncia a julgar (e,
portanto a criticar) está condenado a viver no erro e a ajudar a divulgação da
mentira contra a verdade. (...) Quando critiquei uma teoria esdrúxula que
apareceu em São Paulo, sob a responsabilidade de um companheiro culto, muitos
espíritas se escandalizaram. Mas hoje muitos dos escandalizados me dão a mão à
palmatória. A falsa teoria não conseguiu manter-se em pé. A crítica serviu para
abrir os olhos a muitas pessoas de boa vontade, mas desprovidas de senso
crítico, que estavam se deixando fascinar pela novidade.”
Herculano Pires.
Vou realçar essa observação do
Grande Herculano Pires.
QUEM RENUNCIA A JULGAR (E, PORTANTO A CRITICAR) ESTÁ CONDENADO A VIVER NO ERRO E A AJUDAR A DIVULGAÇÃO DA MENTIRA CONTRA A VERDADE.
QUEM RENUNCIA A JULGAR (E, PORTANTO A CRITICAR) ESTÁ CONDENADO A VIVER NO ERRO E A AJUDAR A DIVULGAÇÃO DA MENTIRA CONTRA A VERDADE.
SEM CRÍTICA NÃO HÁ CORREÇÃO DE
ERROS, NÃO HÁ RENOVAÇÃO DE CONCEITOS NEM ABERTURA DE PERSPECTIVAS PARA A
EVOLUÇÃO.
Wilson Moreno
Nenhum comentário:
Postar um comentário