Caríssimos,
não acrediteis em todos os Espíritos, mas provai se os Espíritos são de Deus,
porque são muitos os falsos profetas que se levantaram no mundo. (João,
Epístola I, cap. IV: 1).
Vejamos
as Orientações Doutrinarias de Kardec sobre essas questões.
Conhece-se
a qualidade dos Espíritos pelo que dizem. As palavras dos verdadeiramente bons
e superiores são sempre dignas, nobres, lógicas e isentas de contradição.
Respiram sabedoria, benevolência, modéstia e a moral mais pura; são concisas e
não contêm redundâncias. Nos Espíritos inferiores, ignorantes e orgulhosos, o
vazio das idéias é quase sempre compensado pela abundância de palavra. TODO
PENSAMENTO EVIDENTEMENTE FALSO, TODA MÁXIMA CONTRÁRIA À SÃ MORAL, TODO CONSELHO
RIDÍCULO, TODA EXPRESSÃO GROSSEIRA, TRIVIAL OU SIMPLESMENTE FRÍVOLA, TODO
SINAL, DE MALEVOLÊNCIA, DE PRESUNÇÃO OU DE ARROGÂNCIA, SÃO INCONTESTÁVEIS
ÍNDICES DA INFERIORIDADE DO ESPÍRITO.
Da
diversidade de qualidades e aptidões dos Espíritos, resulta que não basta nos
dirigirmos a qualquer deles para obtermos a exata resposta a uma pergunta, pois
sobre muitas coisas só lhes é permitido dar opinião pessoal, que pode ser ou
não ser verdadeira. Se ele for prudente, confessará sua ignorância no assunto;
se leviano ou mentiroso, responderá a tudo, pouco cuidando da verdade; e se for
orgulhoso, apresentará seu ponto de vista como verdade inconteste.
Por isso, disse João Evangelista: NÃO CREIAIS EM TODO ESPÍRITO; MAS PROVAI SE OS ESPÍRITOS SÃO DE DEUS.
A experiência prova a sabedoria desse conselho. SERIA POIS, IMPRUDÊNCIA E LEVIANDADE ACEITAR SEM PROVAS TUDO O QUE VEM DOS ESPÍRITOS. Por isso, é essencial estarmos instruídos sobre a natureza daqueles com quem nos comunicamos. (O Livro dos Médiuns, num. 267).
Por isso, disse João Evangelista: NÃO CREIAIS EM TODO ESPÍRITO; MAS PROVAI SE OS ESPÍRITOS SÃO DE DEUS.
A experiência prova a sabedoria desse conselho. SERIA POIS, IMPRUDÊNCIA E LEVIANDADE ACEITAR SEM PROVAS TUDO O QUE VEM DOS ESPÍRITOS. Por isso, é essencial estarmos instruídos sobre a natureza daqueles com quem nos comunicamos. (O Livro dos Médiuns, num. 267).
Um dos
característicos dos maus Espíritos é a imposição. Dão ordens e desejam ser
obedecidos. Os bons nunca se impõem. Aconselham, e, quando não são ouvidos,
retiram-se. Disto resulta que a sensação produzida pêlos maus Espíritos é
sempre penosa e fatigante, originando uma espécie de mal-estar. Amiúde
provocam uma agitação febril, movimentos bruscos e desenfreados. Ao
influxo dos bons Espíritos, pelo contrário, as sensações são mansas e suaves e
produzem um admirável bem-estar.
POR
MENOS INICIADO QUE SE ESTEJA NOS MISTÉRIOS DO MUNDO ESPIRITUAL, SABE-SE DA
FACILIDADE COM QUE CERTOS ESPÍRITOS SE ENFEITAM COM NOMES DE EMPRÉSTIMO, PARA
DAR AUTORIDADE ÀS SUAS PALAVRAS. E pode-se concluir, com certeza, que de duas
comunicações contraditórias e subscritas pelo mesmo nome respeitável, uma é
necessariamente apócrifa.
Dois meios há que podem servir para indicar a correta atitude nas questões duvidosas: O PRIMEIRO CONSISTE EM SUBMETER TODAS AS COMUNICAÇÕES AO EXAME SEVERO DA RAZÃO, DO BOM SENSO E DA LÓGICA: É A RECOMENDAÇÃO QUE FAZEM TODOS OS BONS ESPÍRITOS O QUE, CUIDADOSAMENTE, EVITAM OS MENTIROSOS, POIS SABEM PERFEITAMENTE QUE O EXAME ACURADO VIRIA FATALMENTE OS PREJUDICAR. POR ISSO EVITAM A DISCUSSÃO E QUEREM SER ACREDITADOS SEM OBJEÇÃO.
O segundo critério da verdade é a concordância do ensino. Quando um mesmo princípio é ensinado em lugares diferentes, por diferentes Espíritos e médiuns estranhos uns aos outros e que não estejam sob a mesma influência, pode-se concluir que é mais verdadeiro no que um outro que emana de uma só origem e é contraditado pela maioria. (O Livro dos Médiuns, cap. XXVII: Contradições e mistificações. - O Evangelho segundo o Espiritismo, introdução. Autoridade da Doutrina Espírita).
Dois meios há que podem servir para indicar a correta atitude nas questões duvidosas: O PRIMEIRO CONSISTE EM SUBMETER TODAS AS COMUNICAÇÕES AO EXAME SEVERO DA RAZÃO, DO BOM SENSO E DA LÓGICA: É A RECOMENDAÇÃO QUE FAZEM TODOS OS BONS ESPÍRITOS O QUE, CUIDADOSAMENTE, EVITAM OS MENTIROSOS, POIS SABEM PERFEITAMENTE QUE O EXAME ACURADO VIRIA FATALMENTE OS PREJUDICAR. POR ISSO EVITAM A DISCUSSÃO E QUEREM SER ACREDITADOS SEM OBJEÇÃO.
O segundo critério da verdade é a concordância do ensino. Quando um mesmo princípio é ensinado em lugares diferentes, por diferentes Espíritos e médiuns estranhos uns aos outros e que não estejam sob a mesma influência, pode-se concluir que é mais verdadeiro no que um outro que emana de uma só origem e é contraditado pela maioria. (O Livro dos Médiuns, cap. XXVII: Contradições e mistificações. - O Evangelho segundo o Espiritismo, introdução. Autoridade da Doutrina Espírita).
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O que é
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