sábado, 29 de abril de 2017

Nenhum objeto, medalha ou talismã tem a propriedade de atrair ou de repelir os Espíritos. As coisas materiais não tem nenhum poder sobre eles. Jamais um bom Espírito aconselha essas práticas absurdas. A virtude dos talismãs nunca existiu, a não ser na imaginação das pessoas crédulas. (O Livro dos Médiuns, cap. XXV.)




Nenhum objeto, medalha ou talismã tem a propriedade de atrair ou de repelir os Espíritos. As coisas materiais não tem nenhum poder sobre eles. Jamais um bom  Espírito aconselha essas práticas absurdas. A virtude dos talismãs nunca existiu, a não ser na imaginação das pessoas crédulas. (O Livro dos Médiuns, cap. XXV.)

— Não há nenhuma fórmula sacramental para a evocação dos Espíritos. Quem pretendesse oferecer uma poderia ser justamente chamado de charlatão, porque para os Espíritos a forma nada é. Entretanto, a evocação deve ser feita sempre em nome de Deus. (O Livro dos Médiuns, cap. XVII.)

— OS ESPÍRITOS QUE MARCAM ENCONTROS EM LUGARES LÚGUBRES E A ALTAS HORAS QUEREM DIVERTIR-SE À CUSTA DOS QUE LHES DÃO OUVIDO. É sempre inútil e freqüentemente perigoso atender a essas sugestões. Inútil porque nada se ganha em ser mistificado, e perigoso, não pelo mal que os Espíritos possam fazer, mas pela influência que isso pode ter sobre as pessoas de cérebro fraco (O Livro dos Médiuns, cap. XXV.)

— Não há dias nem horas que sejam mais propícios às evocações. Isso é completamente indiferente para os Espíritos, como tudo o que é material, e crer nessa influência seria simples surperstição. Os momentos mais favoráveis são aqueles em que o evocador pode estar menos preocupado com as suas ocupações habituais, ou em que o seu corpo e o seu Espírito se acham mais tranquilos. (O Livro dos Médiuns, cap. XXV.)

— A crítica malévola representa as comunicações espíritas cercadas de práticas ridículas e supersticiosas da magia e a necromancia.

Se os que falam do Espiritismo sem o conhecer se dessem ao trabalho de o estudar, poupariam muito gasto de imaginação e evitariam alegações que só servem para demonstrar a sua ignorância ou a sua má fé. Para esclarecimento das pessoas estranhas a esta ciência diremos que, para se comunicar com os Espíritos, não há dias nem horas, nem lugares mais propícios do que outros, PARA EVOCÁ-LOS NÃO HÁ NECESSIDADE DE FÓRMULAS NEM DE PALAVRAS SACRAMENTAIS OU CABALÍSTICAS. NENHUMA PREPARAÇÃO E NENHUMA INICIAÇÃO TAMBÉM SÃO NECESSÁRIAS. O EMPREGO DE QUALQUER SÍMBOLO OU OBJETO MATERIAL, SEJA PARA OS ATRAIR, SEJA PARA OS REPELIR, NÃO TEM NENHUM EFEITO, BASTANDO PARA ISTO O PENSAMENTO. Enfim, os médiuns recebem as suas comunicações sem sairem do estado normal, tão simples e naturalmente como se elas fossem ditadas por uma pessoa viva. Só o charlatanismo poderia afetar maneiras excêntricas e acrescentar acessórios ridículos a esses momentos. (O que é o Espiritismo, cap. II, nº 49).

Allan Kardec  

Nenhum comentário:

Postar um comentário