domingo, 30 de abril de 2017

Obsessão.



Obsessão.
Só fica obsedado quem tem maus pensamentos, vícios, maus desejos e maus hábitos ou pensamentos de fraquezas.
Vamos atrair os espíritos obsessores e perturbadores pela sintonia dos pensamentos.
Uma pessoa de pensamentos fortes, positivos e nobres que procura se melhorar moralmente e pratica boas ações é correta e honesta consegue repelir os espíritos obsessores.
Não havendo sintonia mental os maus espíritos não conseguem se aproximar de nós.
Tudo no mundo espiritual é sintonia dos pensamentos.
O Bem tem sintonia com o Bem.
O mal tem sintonia com o mal.
Amuletos, velas, talismã, sinais cabalísticos, exorcismos, roupas brancas, imagens nada disso funciona para afastar os maus espíritos.
Tudo reside em nossos pensamentos, sentimentos e conduta moral.
Uma pessoa com maus pensamentos ou pensamentos de fraquezas, com vícios, com maus desejos e maus hábitos e de vontade fraca será sempre um alvo fácil para os espíritos perturbadores e inferiores do mundo espiritual.

Cuidado com seus pensamentos de fraquezas.
Nós somos o que pensamos e fazemos e colhemos o que plantamos.
Não existem milagres e nem proteções divinas, a proteção espiritual quem faz é a própria pessoa pelos seus pensamentos e conduta moral.

Seja sempre forte nos pensamentos e na vontade e pratique sempre o bem e dessa forma os maus espíritos não vão conseguir se aproximar.

Cuidado com esses espiritos que pedem coisas materiais como cigarros, charutos, bebidas alcoólicas, comida, despachos, velas etc...
São espiritos inferiores ainda apegados as coisas terrenas e materiais, são espiritos materializados eles querem ainda continuar a sentir as coisas do mundo terra da vida corporal, como comer, beber, fumar, fazer sexo etc....
Eles desencarnaram mais continuam apegados ao plano terreno.
Um espírito elevado não vai mandar ninguém beber, fumar, fazer despachos, os espiritos elevados só pregam o bem, as Virtudes, a elevação moral, o desapego das coisas materiais, os espiritos elevados procuram moralizar e espiritualizar os encarnados.
Com essas praticas de dar comida, cigarros, charutos e bebidas alcoólicas para esses espiritos as pessoas vão contribuir para manter esses espiritos apegados ao plano terreno.
Eles vão continuar materializados apegados as sensações materiais, eles precisam se desapegar dessas coisas terrenas para poderem se espiritualizarem e evoluir.
Esses espiritos que pedem essas coisas são espiritos que precisam de doutrinações eles vivem muito apegados a vida corporal.

Tudo no mundo espiritual é sintonia mental estamos sempre atraindo e repelindo espiritos desencarnados conforme nossos pensamentos e conduta moral, portanto, cuidado com seus pensamentos e se afaste desses espiritos que pedem coisas materiais eles podem te obsedar com o passar do tempo.
Se eleve mentalmente e moralmente para vc poder entrar em contato com os espiritos elevados e superiores.
Os espiritos elevados não podem se aproximar de pessoas que estejam com maus pensamentos, maus desejos, vícios e maus hábitos estas pessoas possuem um campo vibratório baixo e negativo e vão com isso atrair somente espiritos inferiores e obsessores pela sintonia dos pensamentos.

Tudo é sintonia mental no mundo espiritual.

Wilson Moreno



Esse texto de Kardec liberta as pessoas do pensamento mágico, crendices, misticismo e superstições, esse texto é muito importante para sua libertação espiritual.




Esse texto de Kardec liberta as pessoas do pensamento mágico, crendices, misticismo e superstições, esse texto é muito importante para sua libertação espiritual.

Vejamos o texto.

553. Qual pode ser o efeito de fórmulas e práticas com as quais certas pessoas pretendem dispor da vontade dos Espíritos?

— O de as tornar ridículas, se são de boa-fé; no caso contrário são tratantes que merecem castigo. TODAS AS FÓRMULAS SÃO CHARLATANICES; NÃO HÁ NENHUMA PALAVRA SACRAMENTAL, NENHUM SIGNO CABALÍSTICO, NENHUM TALISMÃ QUE TENHA QUALQUER AÇÃO SOBRE OS ESPÍRITOS, PORQUE ELES SÓ SÃO ATRAÍDOS PELO PENSAMENTO E NÃO PELAS COISAS MATERIAIS.

553.a. Certos Espíritos não ditaram, algumas vezes, fórmulas cabalísticas?

— Sim, tendes Espíritos que vos indicam signos, palavras bizarras, ou que vos prescrevem certos atos, com a ajuda dos quais fazeis aquilo que chamais conjuração. MAS FICAI BEM SEGUROS DE QUE SÃO ESPÍRITOS QUE ZOMBAM DE VÓS E ABUSAM DE VOSSA CREDULIDADE.

554. Aquele que, com ou sem razão, confia naquilo a que chama virtude de um talismã, não pode, por essa mesma confiança, atrair um Espírito? Porque então é o pensamento que age; o talismã não é um signo que ajuda a dirigir o pensamento?

— Isso é verdade; mas a natureza do Espírito atraído depende da natureza da intenção e da elevação dos sentimentos. Ora, é difícil que aquele que é tão simplório para crer na virtude de um talismã não tenha um objetivo mais material do que moral. QUALQUER QUE SEJA O CASO, ISSO INDICA ESTREITEZA E FRAQUEZA DE IDÉIAS, QUE DÃO AZO AOS ESPÍRITOS IMPERFEITOS E ZOMBADORES.

477. As fórmulas de exorcismo têm qualquer eficácia contra os maus Espíritos?

— NÃO; QUANDO ESSES ESPÍRITOS VÊEM ALGUÉM TOMÁ-LAS A SÉRIO, RIEM E SE OBSTINAM.

NENHUM OBJETO, MEDALHA OU TALISMÃ TEM A PROPRIEDADE DE ATRAIR OU DE REPELIR OS ESPÍRITOS. AS COISAS MATERIAIS NÃO TEM NENHUM PODER SOBRE ELES. JAMAIS UM BOM ESPÍRITO ACONSELHA ESSAS PRÁTICAS ABSURDAS. A VIRTUDE DOS TALISMÃS NUNCA EXISTIU, A NÃO SER NA IMAGINAÇÃO DAS PESSOAS CRÉDULAS. (O Livro dos Médiuns, cap. XXV.)

Allan Kardec

Wilson Moreno




Já se disse que o Espírito é uma flama, uma centelha



Já se disse que o Espírito é uma flama, uma centelha. Isto se aplica ao Espírito propriamente dito, como princípio intelectual e moral, ao qual não saberíamos dar uma forma determinada. Mas, em qualquer de seus graus, ele está sempre revestido de um invólucro ou perispírito, cuja natureza se eteriza à medida que ele se purifica e se eleva na hierarquia. Dessa maneira, a idéia de forma é para nós inseparável da idéia de Espírito, a ponto de não concebermos este sem aquela. O perispírito, portanto, faz parte integrante do espírito, como o corpo faz parte integrante do homem. Mas o perispírito sozinho não é o homem, pois o perispírito não pensa. Ele é para o Espírito o que o corpo é para o Homem: o agente ou instrumento de sua atividade.

A forma do perispírito é a forma humana, e quando ele nos aparece é geralmente a mesma sob a qual conhecemos o espírito na vida física. Poderíamos crer, por isso, que o perispírito, desligado de todas as partes do corpo, se modela de alguma maneira sobre ele e lhe conserva a forma. Mas não parece ser assim. A forma humana, com algumas diferenças de detalhes e as modificações orgânicas exigidas pelo meio em que o ser tem de viver, é a mesma em todos os globos. É pelo menos, o que dizem os Espíritos. E é também a forma de todos os Espíritos não encarnados, que só possuem o perispírito. A mesma sob a qual em todos os tempos foram representados os anjos ou Espíritos puros.

De onde devemos concluir que a forma humana é a forma típica de todos os seres humanos, em qualquer grau a que pertençam. Mas a matéria sutil do perispírito não tem a persistência e a rigidez da matéria compacta do corpo. Ela é, se assim podemos dizer, flexível e expansível. Por isso, a forma que ela toma, mesmo que decalcada do corpo, não é absoluta. Ela se molda à vontade do espírito, que pode lhe dar a aparência que quiser, enquanto o invólucro material lhe ofereceria uma resistência invencível.

Desembaraçado do corpo que o comprimia, o perispírito se distende ou se contrai, se transforma, em uma palavra: presta-se a todas as modificações, segundo a vontade que o dirige. É graças a essa propriedade do seu invólucro fluídico que o Espírito pode fazer-se reconhecer, quando necessário, tomando exatamente a aparência que tinha na vida física, e até mesmo com os defeitos que possam servir de sinais para o reconhecimento.

Os Espíritos, portanto, são seres semelhantes a nós, formando ao nosso redor toda uma população que é invisível no seu estado normal. E dizemos no estado normal porque, como veremos, essa invisibilidade não é absoluta.

Allan Kardec
O Livro dos Médiuns cap 1

Consideremos o Espírito, antes de tudo, na sua união com o corpo. O Espírito é o elemento principal dessa união, pois é o ser pensante e que sobrevive à morte.



Consideremos o Espírito, antes de tudo, na sua união com o corpo. O Espírito é o elemento principal dessa união, pois é o ser pensante e que sobrevive à morte. O corpo não é mais que um acessório do Espírito, um invólucro, uma roupagem que ele abandona depois de usar. Além desse envoltório material o Espírito possui outro, semimaterial, que o liga ao primeiro. Na morte, o Espírito abandona o corpo, mas não o segundo envoltório, a que chamamos de perispírito. Este envoltório semimaterial que tem a mesma forma humana do corpo, é uma espécie de corpo fluídico, vaporoso, invisível para nós no seu estado normal, mas possuindo ainda algumas propriedades da matéria.

Não podemos, pois, considerar o Espírito como uma simples abstração, mas como um ser limitado e circunscrito, a que só falta ser visível e palpável para assemelhar-se às criaturas humanas.

Numerosas observações e fatos irrecusáveis, de que trataremos mais tarde, demonstraram a existência no homem de três componentes: 1º) a alma ou Espírito, princípio inteligente em que se encontra o senso moral; 2º) o corpo, invólucro material e grosseiro de que é revestido temporariamente para o cumprimento de alguns desígnios providenciais; 3º) o perispírito, invólucro fluídico, semimaterial, que serve de liame entre a alma e o corpo.

A morte é a destruição, ou melhor, a desagregação do envoltório grosseiro que a alma abandona. O outro envoltório desprende-se e vai com a alma, que dessa maneira tem sempre um instrumento. Este último, embora fluídico, etéreo, vaporoso, invisível, para nós em seu estado normal, é também material, apesar de não termos, até o presente, podido captá-Io e submetê-Io à análise.

Este segundo envoltório da alma ou perispírito existe, portanto, na própria vida corpórea. É o intermediário de todas as sensações que o Espírito percebe, e através do qual o Espírito transmite a sua vontade ao exterior, agindo sobre os órgãos do corpo. Para nos servirmos de uma comparação material, é o fio elétrico condutor que serve para a recepção e a transmissão do pensamento.

Allan Kardec
O Livro dos Médiuns cap 1