Kardec da uma explicação racional sobre essa questão completamente diferente das obras mediúnicas, vejamos o texto de Kardec.
Não
julgueis, pois, para não serdes julgados; porque com o juízo que
julgardes os outros, sereis julgados; e com a medida com que medirdes,
vos medirão também a vós. (Mateus, VII:1-2).
A censura de conduta alheia pode ter dois motivos: REPRIMIR O MAL, OU DESACREDITAR A PESSOA CUJOS ATOS CRITICAMOS.
Este
último motivo jamais tem escusa, pois decorre da maledicência e da
maldade. O PRIMEIRO PODE SER LOUVÁVEL, E TORNA-SE MESMO UM DEVER EM
CERTOS CASOS, POIS DELE PODE RESULTAR UM BEM, E PORQUE SEM ELE O MAL
JAMAIS SERÁ REPRIMIDO NA SOCIEDADE. Aliás, não deve o homem ajudar o
progresso dos seus semelhantes? Não se deve, pois, tomar no sentido
absoluto este princípio: "Não julgueis para não serdes julgados", porque
a letra mata e o espírito vivifica.
JESUS NÃO PODIA PROIBIR DE
SE REPROVAR O MAL, POIS ELE MESMO NOS DEU O EXEMPLO DISSO, E O FEZ EM
TERMOS ENÉRGICOS. Mas quis dizer que a autoridade da censura está na
razão da autoridade moral daquele que a pronuncia. Tornar-se culpável
daquilo que se condena nos outros é abdicar dessa autoridade, e mais
ainda, arrogar-se arbitrariamente o direito de repressão. A consciência
íntima, de resto, recusa qualquer respeito e toda submissão voluntária
àquele que, investido de algum poder, viola as leis e os princípios que
está encarregado de aplicar. A única autoridade legítima, aos olhos de
Deus, é a que se apóia no bom exemplo. É o que resulta evidentemente das
palavras de Jesus.
Allan Kardec
O Evangelho seg Espiritismo cap Capítulo X
Bem-aventurados os misericordiosos:
Vejamos
que Kardec separa as coisas falando que tem duas bases para essa
questão de Julgar e criticar uma é positiva a outra é negativa.
Como
disse Kardec A censura de conduta alheia pode ter dois motivos: REPRIMIR
O MAL, OU DESACREDITAR A PESSOA CUJOS ATOS CRITICAMOS.
Este último
motivo jamais tem escusa, pois decorre da maledicência e da maldade. O
PRIMEIRO PODE SER LOUVÁVEL, E TORNA-SE MESMO UM DEVER EM CERTOS CASOS,
POIS DELE PODE RESULTAR UM BEM, E PORQUE SEM ELE O MAL JAMAIS SERÁ
REPRIMIDO NA SOCIEDADE.
Vejamos que Kardec fala bem claro que em muitos casos devemos sim Julgar e criticar para reprimir o mal na sociedade.
Por
que não julgar e nem criticar as cosias erradas, falsas, as maldades e
as injustiças é CONTRIBUIR para o mal a crescer e dar seus frutos de
veneno.
E Kardec explica de forma bem clara e racional que o não julgue para não ser julgado tem sentindo relativo e não absoluto.
Como
disse Kardec NÃO SE DEVE, POIS, TOMAR NO SENTIDO ABSOLUTO ESTE
PRINCÍPIO: "NÃO JULGUEIS PARA NÃO SERDES JULGADOS", PORQUE A LETRA MATA E
O ESPÍRITO VIVIFICA.
Ta bem claro essas palavras de Kardec isso tem
um sentido relativo portanto em muitos casos devemos sim julgar e
criticar para combater o mal.
Veja agora essa colocação de Kardec
JESUS NÃO PODIA PROIBIR DE SE REPROVAR O MAL, POIS ELE MESMO NOS DEU O
EXEMPLO DISSO, E O FEZ EM TERMOS ENÉRGICOS. Mas quis dizer que a
autoridade da censura está na razão da autoridade moral daquele que a
pronuncia.
Kardec fala de forma bem clara que Jesus não condena o
julgamento e que Jesus usava ate termos enérgicos portanto o tal Jesus
passivo, calado e omisso nunca existiu quem divulga esse Jesus passivo e
omisso são as obras mediúnicas de Chico Xavier.
Wilson Moreno
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