domingo, 23 de abril de 2017

Kardec da uma explicação racional sobre essa questão completamente diferente das obras mediúnicas, vejamos o texto de Kardec.

Kardec da uma explicação racional sobre essa questão completamente diferente das obras mediúnicas, vejamos o texto de Kardec.

Não julgueis, pois, para não serdes julgados; porque com o juízo que julgardes os outros, sereis julgados; e com a medida com que medirdes, vos medirão também a vós. (Mateus, VII:1-2).

A censura de conduta alheia pode ter dois motivos: REPRIMIR O MAL, OU DESACREDITAR A PESSOA CUJOS ATOS CRITICAMOS.
Este último motivo jamais tem escusa, pois decorre da maledicência e da maldade. O PRIMEIRO PODE SER LOUVÁVEL, E TORNA-SE MESMO UM DEVER EM CERTOS CASOS, POIS DELE PODE RESULTAR UM BEM, E PORQUE SEM ELE O MAL JAMAIS SERÁ REPRIMIDO NA SOCIEDADE. Aliás, não deve o homem ajudar o progresso dos seus semelhantes? Não se deve, pois, tomar no sentido absoluto este princípio: "Não julgueis para não serdes julgados", porque a letra mata e o espírito vivifica.

JESUS NÃO PODIA PROIBIR DE SE REPROVAR O MAL, POIS ELE MESMO NOS DEU O EXEMPLO DISSO, E O FEZ EM TERMOS ENÉRGICOS. Mas quis dizer que a autoridade da censura está na razão da autoridade moral daquele que a pronuncia. Tornar-se culpável daquilo que se condena nos outros é abdicar dessa autoridade, e mais ainda, arrogar-se arbitrariamente o direito de repressão. A consciência íntima, de resto, recusa qualquer respeito e toda submissão voluntária àquele que, investido de algum poder, viola as leis e os princípios que está encarregado de aplicar. A única autoridade legítima, aos olhos de Deus, é a que se apóia no bom exemplo. É o que resulta evidentemente das palavras de Jesus.

Allan Kardec
O Evangelho seg Espiritismo cap Capítulo X
Bem-aventurados os misericordiosos:

Vejamos que Kardec separa as coisas falando que tem duas bases para essa questão de Julgar e criticar uma é positiva a outra é negativa.
Como disse Kardec A censura de conduta alheia pode ter dois motivos: REPRIMIR O MAL, OU DESACREDITAR A PESSOA CUJOS ATOS CRITICAMOS.
Este último motivo jamais tem escusa, pois decorre da maledicência e da maldade. O PRIMEIRO PODE SER LOUVÁVEL, E TORNA-SE MESMO UM DEVER EM CERTOS CASOS, POIS DELE PODE RESULTAR UM BEM, E PORQUE SEM ELE O MAL JAMAIS SERÁ REPRIMIDO NA SOCIEDADE.

Vejamos que Kardec fala bem claro que em muitos casos devemos sim Julgar e criticar para reprimir o mal na sociedade.
Por que não julgar e nem criticar as cosias erradas, falsas, as maldades e as injustiças é CONTRIBUIR para o mal a crescer e dar seus frutos de veneno.
E Kardec explica de forma bem clara e racional que o não julgue para não ser julgado tem sentindo relativo e não absoluto.
Como disse Kardec NÃO SE DEVE, POIS, TOMAR NO SENTIDO ABSOLUTO ESTE PRINCÍPIO: "NÃO JULGUEIS PARA NÃO SERDES JULGADOS", PORQUE A LETRA MATA E O ESPÍRITO VIVIFICA.
Ta bem claro essas palavras de Kardec isso tem um sentido relativo portanto em muitos casos devemos sim julgar e criticar para combater o mal.

Veja agora essa colocação de Kardec JESUS NÃO PODIA PROIBIR DE SE REPROVAR O MAL, POIS ELE MESMO NOS DEU O EXEMPLO DISSO, E O FEZ EM TERMOS ENÉRGICOS. Mas quis dizer que a autoridade da censura está na razão da autoridade moral daquele que a pronuncia.
Kardec fala de forma bem clara que Jesus não condena o julgamento e que Jesus usava ate termos enérgicos portanto o tal Jesus passivo, calado e omisso nunca existiu quem divulga esse Jesus passivo e omisso são as obras mediúnicas de Chico Xavier.

Wilson Moreno

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