terça-feira, 25 de julho de 2017

As explicações de Kardec sobre as influencias espirituais e as obsessões e como afastar os espíritos perturbadores e obsessores.



As explicações de Kardec sobre as influencias espirituais e as obsessões e como afastar os espíritos perturbadores e obsessores.
Vejamos as explicações de Kardec.

O melhor meio de expulsar os maus Espíritos é atrair os bons. Portanto, atraí os bons Espíritos, fazendo o maior bem possível, que os maus fugirão, pois o bem e o mal são incompatíveis. Sede sempre bons e só tereis bons Espíritos ao vosso lado.

As imperfeições morais dão acesso aos Espíritos obsessores, e de que o meio mais seguro de livrar-se deles é atrair os bons pela prática do bem. Os Espíritos bons são naturalmente mais poderosos que os maus e basta a sua vontade para os afastar, mas assistem apenas àqueles que os ajudam, por meio dos esforços que fazem para se melhorarem. Do contrário se afastam e deixam o campo livre para os maus Espíritos, que se transformam assim em instrumentos de punição, pois os bons os deixam agir com esse fim.

NENHUM OBJETO, MEDALHA OU TALISMÃ TEM A PROPRIEDADE DE ATRAIR OU DE REPELIR OS ESPÍRITOS. AS COISAS MATERIAIS NÃO TEM NENHUM PODER SOBRE ELES. JAMAIS UM ESPÍRITO BOM ACONSELHA ESSAS PRÁTICAS ABSURDAS. A VIRTUDE DOS TALISMÃS NUNCA EXISTIU, A NÃO SER NA IMAGINAÇÃO DAS PESSOAS CRÉDULAS. (O Livro dos Médiuns, cap. XXV.)

Os maus Espíritos só estão onde podem satisfazer a sua perversidade. Para afastá-los, não basta pedir, nem mesmo ordenar que se retirem: é necessário eliminar em nós aquilo que os atrai. OS ESPÍRITOS MAUS DESCOBREM AS CHAGAS DA ALMA, COMO AS MOSCAS DESCOBREM AS DO CORPO. ASSIM, POIS, COMO LIMPAIS O CORPO PARA EVITAR AS BICHEIRAS, LIMPAI TAMBÉM A ALMA DAS SUAS IMPUREZAS, PARA EVITAR AS OBSESSÕES. Como vivemos num mundo em que os maus Espíritos pululam, as boas qualidades do coração nem sempre nos livram das suas tentativas, mas nos dão a força necessária para resistir-lhes.

Todo mau pensamento pode ter duas origens: a nossa própria imperfeição espiritual, ou uma funesta influência que age sobre ela. Neste último caso, temos a indicação de uma fraqueza que nos expõe a essas influências, e portanto de que a nossa alma é imperfeita. DESSA MANEIRA, AQUELE QUE FALIR NÃO PODERÁ DESCULPAR-SE COM A SIMPLES INFLUÊNCIA DE UM ESPÍRITO ESTRANHO, DESDE QUE ESSE ESPÍRITO NÃO PODERIA LEVÁ-LO AO MAL, SE O ENCONTRASSE INACESSÍVEL À SEDUÇÃO.

QUANDO TEMOS UM MAU PENSAMENTO, PODEMOS SUPOR QUE UM ESPÍRITO MALFAZEJO NOS SUGERE O MAL, CABENDO-NOS INTEIRA LIBERDADE DE CEDER OU RESISTIR, COMO SE ESTIVÉSSEMOS DIANTE DA SOLICITAÇÃO DE UMA PESSOA VIVA.

Devemos ao mesmo tempo imaginar o nosso Anjo Guardião ou Espírito Protetor, que por sua vez combate em nós essa influência má, esperando com ansiedade a decisão que vamos tomar. Nossa hesitação em atender ao mal é devida à voz do Bom Espírito, que se faz ouvir pela nossa consciência.
Reconhece-se um mau pensamento quando ele se distancia da caridade, que é a base de toda moral verdadeira; quando vem carregado de orgulho, vaidade e egoísmo; quando a sua realização pode causar algum prejuízo a outra pessoa; quando, enfim, nos propõe fazer aos outros o que não quereríamos que os outros nos fizessem.

Allan Kardec
O Livro dos Mediuns
O Evangelho seg Espiritismo.

Wilson Moreno

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Vejamos as Orientações de Kardec sobre as Obsessões e como se defender dos maus espíritos.



Vejamos as Orientações de Kardec sobre as Obsessões e como se defender dos maus espíritos.

Todo mau pensamento pode ter duas origens: a nossa própria imperfeição espiritual, ou uma funesta influência que age sobre ela. Neste último caso, temos a indicação de uma fraqueza que nos expõe a essas influências, e portanto de que a nossa alma é imperfeita. DESSA MANEIRA, AQUELE QUE FALIR NÃO PODERÁ DESCULPAR-SE COM A SIMPLES INFLUÊNCIA DE UM ESPÍRITO ESTRANHO, DESDE QUE ESSE ESPÍRITO NÃO PODERIA LEVÁ-LO AO MAL, SE O ENCONTRASSE INACESSÍVEL À SEDUÇÃO.

QUANDO TEMOS UM MAU PENSAMENTO, PODEMOS SUPOR QUE UM ESPÍRITO MALFAZEJO NOS SUGERE O MAL, CABENDO-NOS INTEIRA LIBERDADE DE CEDER OU RESISTIR, COMO SE ESTIVÉSSEMOS DIANTE DA SOLICITAÇÃO DE UMA PESSOA VIVA. Devemos ao mesmo tempo imaginar o nosso Anjo Guardião ou Espírito Protetor, que por sua vez combate em nós essa influência má, esperando com ansiedade a decisão que vamos tomar. Nossa hesitação em atender ao mal é devida à voz do Bom Espírito, que se faz ouvir pela nossa consciência.

Reconhece-se um mau pensamento quando ele se distancia da caridade, que é a base de toda moral verdadeira; quando vem carregado de orgulho, vaidade e egoísmo; quando a sua realização pode causar algum prejuízo a outra pessoa; quando, enfim, nos propõe fazer aos outros o que não quereríamos que os outros nos fizessem. (Caps. XXVIII, nº 15 e XV, nº 10).

Os maus Espíritos só estão onde podem satisfazer a sua perversidade. Para afastá-los, não basta pedir, nem mesmo ordenar que se retirem: é necessário eliminar em nós aquilo que os atrai. OS ESPÍRITOS MAUS DESCOBREM AS CHAGAS DA ALMA, COMO AS MOSCAS DESCOBREM AS DO CORPO. ASSIM, POIS, COMO LIMPAIS O CORPO PARA EVITAR AS BICHEIRAS, LIMPAI TAMBÉM A ALMA DAS SUAS IMPUREZAS, PARA EVITAR AS OBSESSÕES. Como vivemos num mundo em que os maus Espíritos pululam, as boas qualidades do coração nem sempre nos livram das suas tentativas, mas nos dão a força necessária para resistir-lhes.

NENHUM OBJETO, MEDALHA OU TALISMÃ TEM A PROPRIEDADE DE ATRAIR OU DE REPELIR OS ESPÍRITOS. AS COISAS MATERIAIS NÃO TEM NENHUM PODER SOBRE ELES. JAMAIS UM ESPÍRITO ELEVADO ACONSELHA ESSAS PRÁTICAS ABSURDAS. A VIRTUDE DOS TALISMÃS NUNCA EXISTIU, A NÃO SER NA IMAGINAÇÃO DAS PESSOAS CRÉDULAS. (O Livro dos Médiuns, cap. XXV.)

A cura das obsessões graves requer muita paciência, perseverança e devotamento. Exige também tato e habilidade, para a condução ao bem de Espíritos quase sempre muito perversos, endurecidos e astuciosos, pois que os há rebeldes até o último grau. Na maioria dos casos, devemos guiar-nos pelas circunstâncias. Mas, seja qual for a natureza do Espírito, o certo é que nada se obtém pelo constrangimento ou pela ameaça, pois toda a influência depende do ascendente moral. OUTRA VERDADE, IGUALMENTE VERIFICADA PELA EXPERIÊNCIA, E QUE A LÓGICA COMPROVA, É A COMPLETA INEFICÁCIA DE EXORCISMOS, FÓRMULAS, PALAVRAS SACRAMENTAIS, AMULETOS, TALISMÃS, PRÁTICAS EXTERIORES OU QUAISQUER SÍMBOLOS MATERIAIS.

A obsessão demasiado prolongada pode ocasionar desordens patológicas, exigindo por vezes um tratamento simultâneo ou consecutivo, seja magnético ou médico, para o restabelecimento do organismo. A causa tendo sido afastada, ainda resta combater os efeitos. (Ver O Livro dos Médiuns, cap. XXIII, sobre a obsessão; e a Revista Espírita, número de fevereiro de 1864 e número abril de 1865: exemplos de curas de obsessão).

Allan Kardec
O Evangelho seg Espiritismo.

Wilson Moreno

O Espiritismo e a Magia vejamos as Orientações Doutrinarias de Kardec sobre essa questão que é muito importante.



O Espiritismo e a Magia vejamos as Orientações Doutrinarias de Kardec sobre essa questão que é muito importante.

As acusações da Igreja contra a prática das evocações não se aplicam ao Espiritismo, pois se referem principalmente às práticas da magia com as quais o Espiritismo nada tem de comum. O ESPIRITISMO CONDENA ESSAS PRÁTICAS DA MESMA FORMA QUE A IGREJA, não atribui nenhum papel indigno aos Espíritos bons e declara, por fim, nada pedir nem obter sem a permissão de Deus.

Pode haver sem dúvida pessoas que abusam das evocações, que brincam com elas, que as desviam do seu fim providencial para as submeter aos seus interesses pessoais, que, por ignorância, leviandade, orgulho ou cupidez se afastam dos verdadeiros princípios da doutrina. Mas o Espiritismo as desaprova, como a verdadeira religião desaprova os falsos devotos e os excessos do fanatismo. Não é, pois, nem lógico nem justo imputar AO ESPIRITISMO OS ABUSOS QUE ELE CONDENA ou as faltas daqueles que não o compreendem. Antes de formular uma acusação é necessário verificar se ela é justa.

OS PRINCÍPIOS DO ESPIRITISMO NÃO TÊM NENHUMA RELAÇÃO COM A MAGIA. Assim, nada de Espíritos às ordens dos homens, nada de meios para constrangê-los, nada de signos ou fórmulas cabalísticas, nada de descobertas de tesouros ou de processos para enriquecimento, nada de milagres ou prodígios, de adivinhações ou de aparições fantásticas. Enfim, nada do que constitui o fim e os elementos essenciais da magia.

O ESPIRITISMO NÃO SOMENTE DESAPROVA TODAS ESSAS COISAS, COMO DEMONSTRA O ABSURDO DA SUA PRÁTICA E A SUA INEFICÁCIA. Não há, pois, nenhuma analogia entre o fim e os meios da magia e os do Espiritismo. Querer assimilá-los só pode ser obra de ignorância ou de má-fé. E como os princípios do Espiritismo nada têm de secreto, estando formulados em termos claros e sem possibilidades de equívocos, nenhum engano a respeito poderia prevalecer.

A crítica malévola representa as comunicações espíritas cercadas de práticas ridículas e supersticiosas da magia e a necromancia.

Se os que falam do Espiritismo sem o conhecer se dessem ao trabalho de o estudar, poupariam muito gasto de imaginação e evitariam alegações que só servem para demonstrar a sua ignorância ou a sua má fé. PARA ESCLARECIMENTO DAS PESSOAS ESTRANHAS A ESTA CIÊNCIA DIREMOS QUE, PARA SE COMUNICAR COM OS ESPÍRITOS, NÃO HÁ DIAS NEM HORAS, NEM LUGARES MAIS PROPÍCIOS DO QUE OUTROS, PARA EVOCÁ-LOS NÃO HÁ NECESSIDADE DE FÓRMULAS NEM DE PALAVRAS SACRAMENTAIS OU CABALÍSTICAS. NENHUMA PREPARAÇÃO E NENHUMA INICIAÇÃO TAMBÉM SÃO NECESSÁRIAS. O EMPREGO DE QUALQUER SÍMBOLO OU OBJETO MATERIAL, SEJA PARA OS ATRAIR, SEJA PARA OS REPELIR, NÃO TEM NENHUM EFEITO, BASTANDO PARA ISTO O PENSAMENTO. Enfim, os médiuns recebem as suas comunicações sem sairem do estado normal, tão simples e naturalmente como se elas fossem ditadas por uma pessoa viva. Só o charlatanismo poderia afetar maneiras excêntricas e acrescentar acessórios ridículos a esses momentos. (O que é o Espiritismo, cap. II, nº 49).

Allan Kardec
O Céu e o Inferno cap x

Wilson Moreno





quarta-feira, 19 de julho de 2017

As Orientações doutrinarias de Kardec procurem memorizar essas observações para se combater as mistificações e o falso espiritismo.



As Orientações doutrinarias de Kardec procurem memorizar essas observações para se combater as mistificações e o falso espiritismo.

Por menos iniciado que se esteja nos mistérios do mundo espiritual, sabe-se da facilidade com que certos Espíritos se enfeitam com nomes de empréstimo, para dar autoridade às suas palavras. E pode-se concluir, com certeza, que de duas comunicações contraditórias e subscritas pelo mesmo nome respeitável, uma é necessariamente apócrifa.

Dois meios há que podem servir para indicar a correta atitude nas questões duvidosas: O PRIMEIRO CONSISTE EM SUBMETER TODAS AS COMUNICAÇÕES AO EXAME SEVERO DA RAZÃO, DO BOM SENSO E DA LÓGICA: É A RECOMENDAÇÃO QUE FAZEM TODOS OS BONS ESPÍRITOS O QUE, CUIDADOSAMENTE, EVITAM OS MENTIROSOS, POIS SABEM PERFEITAMENTE QUE O EXAME ACURADO VIRIA FATALMENTE OS PREJUDICAR. POR ISSO EVITAM A DISCUSSÃO E QUEREM SER ACREDITADOS SEM OBJEÇÃO.

O segundo critério da verdade é a concordância do ensino. Quando um mesmo princípio é ensinado em lugares diferentes, por diferentes Espíritos e médiuns estranhos uns aos outros e que não estejam sob a mesma influência, pode-se concluir que é mais verdadeiro no que um outro que emana de uma só origem e é contraditado pela maioria. (O Livro dos Médiuns, cap. XXVII: Contradições e mistificações. - O Evangelho segundo o Espiritismo, introdução. Autoridade da Doutrina Espírita).

Não devemos julgar os Espíritos pelo aspecto formal e a correção do seu estilo, MAS SONDAR-LHES O ÍNTIMO, ANALISAR SUAS PALAVRAS, PESÁ-LAS FRIAMENTE, MADURAMENTE E SEM PREVENÇÃO. TODA FALTA DE LÓGICA, DE RAZÃO E DE PRUDÊNCIA NÃO PODE DEIXAR DÚVIDA QUANTO À SUA ORIGEM, qualquer que seja o nome de que o Espírito se enfeite.
Os Espíritos bons só dizem o que sabem, calando-se ou confessando a sua ignorância sobre o que não sabem. Os maus falam de tudo com segurança, sem se importar com a verdade. TODA HERESIA CIENTÍFICA NOTÓRIA, TODO PRINCÍPIO QUE CHOQUE O BOM SENSO REVELA A FRAUDE, SE O ESPÍRITO SE APRESENTA COMO ESCLARECIDO.

Conhece-se a qualidade dos Espíritos pelo que dizem. As palavras dos verdadeiramente bons e superiores são sempre dignas, nobres, lógicas e isentas de contradição. Respiram sabedoria, benevolência, modéstia e a moral mais pura; são concisas e não contêm redundâncias. Nos Espíritos inferiores, ignorantes e orgulhosos, o vazio das idéias é quase sempre compensado pela abundância de palavra. TODO PENSAMENTO EVIDENTEMENTE FALSO, TODA MÁXIMA CONTRÁRIA À SÃ MORAL, TODO CONSELHO RIDÍCULO, TODA EXPRESSÃO GROSSEIRA, TRIVIAL OU SIMPLESMENTE FRÍVOLA, TODO SINAL, DE MALEVOLÊNCIA, DE PRESUNÇÃO OU DE ARROGÂNCIA, SÃO INCONTESTÁVEIS ÍNDICES DA INFERIORIDADE DO ESPÍRITO.

Um dos característicos dos maus Espíritos é a imposição. Dão ordens e desejam ser obedecidos. Os bons nunca se impõem. Aconselham, e, quando não são ouvidos, retiram-se. Disto resulta que a sensação produzida pêlos maus Espíritos é sempre penosa e fatigante, originando uma espécie de mal-estar. Amiúde provocam  uma agitação febril, movimentos bruscos e desenfreados. Ao influxo dos bons Espíritos, pelo contrário, as sensações são mansas e suaves e produzem um admirável bem-estar.

Da diversidade de qualidades e aptidões dos Espíritos, resulta que não basta nos dirigirmos a qualquer deles para obtermos a exata resposta a uma pergunta, pois sobre muitas coisas só lhes é permitido dar opinião pessoal, que pode ser ou não ser verdadeira. Se ele for prudente, confessará sua ignorância no assunto; se leviano ou mentiroso, responderá a tudo, pouco cuidando da verdade; e se for orgulhoso, apresentará seu ponto de vista como verdade inconteste.

Por isso, disse João Evangelista: NÃO CREIAIS EM TODO ESPÍRITO; MAS PROVAI SE OS ESPÍRITOS SÃO DE DEUS.

A experiência prova a sabedoria desse conselho. SERIA POIS, IMPRUDÊNCIA E LEVIANDADE ACEITAR SEM PROVAS TUDO O QUE VEM DOS ESPÍRITOS. Por isso, é essencial estarmos instruídos sobre a natureza daqueles com quem nos comunicamos. (O Livro dos Médiuns, num. 267).

Allan Kardec
O que é o Espiritismo

Wilson Moreno