quarta-feira, 26 de abril de 2017

Nesse texto de Kardec sobre o perispirito ele fala que a alma tem sempre um corpo fluídico e jamais se separa dele.


 Nesse texto de Kardec sobre o perispirito ele fala que a alma tem sempre um corpo fluídico e jamais se separa dele.
Ou seja o espírito jamais perde seu perispirito mostrando que Andre Luiz cometeu um erro doutrinário falando que podemos perder o veiculo perispiritual que ele é perecível e pode morrer.

Vejamos o texto de Kardec.

Numerosas observações e fatos irrecusáveis, de que trataremos mais tarde, demonstraram a existência no homem de três componentes: 1º) a alma ou Espírito, princípio inteligente em que se encontra o senso moral; 2º) o corpo, invólucro material e grosseiro de que é revestido temporariamente para o cumprimento de alguns desígnios providenciais; 3º) o perispírito, invólucro fluídico, semimaterial, que serve de liame entre a alma e o corpo.

A MORTE É A DESTRUIÇÃO, OU MELHOR, A DESAGREGAÇÃO DO ENVOLTÓRIO GROSSEIRO QUE A ALMA ABANDONA. O OUTRO ENVOLTÓRIO DESPRENDE-SE E VAI COM A ALMA, QUE DESSA MANEIRA TEM SEMPRE UM INSTRUMENTO. Este último, embora fluídico, etéreo, vaporoso, invisível, para nós em seu estado normal, é também material, apesar de não termos, até o presente, podido captá-Io e submetê-Io à análise.

Este segundo envoltório da alma ou perispírito existe, portanto, na própria vida corpórea. É o intermediário de todas as sensações que o Espírito percebe, e através do qual o Espírito transmite a sua vontade ao exterior, agindo sobre os órgãos do corpo. Para nos servirmos de uma comparação material, é o fio elétrico condutor que serve para a recepção e a transmissão do pensamento.

O perispírito não é uma dessas hipóteses a que se recorre nas ciências para explicação de um fato. Sua existência não foi somente revelada pelos Espíritos, pois resulta também de observações, como teremos ocasião de demonstrar. Por agora, e para não antecipar questões que teremos de tratar, nos limitaremos a dizer que, SEJA DURANTE A SUA UNIÃO COM O CORPO OU APÓS A SEPARAÇÃO, A ALMA JAMAIS SE SEPARA DO SEU PERISPÍRITO.

Allan Kardec
O Livro dos Médiuns cap 1 item 54

Vou realçar essas observações.

A MORTE É A DESTRUIÇÃO, OU MELHOR, A DESAGREGAÇÃO DO ENVOLTÓRIO GROSSEIRO QUE A ALMA ABANDONA. O OUTRO ENVOLTÓRIO DESPRENDE-SE E VAI COM A ALMA, QUE DESSA MANEIRA TEM SEMPRE UM INSTRUMENTO. Este último, embora fluídico, etéreo, vaporoso, invisível, para nós em seu estado normal, é também material, apesar de não termos, até o presente, podido captá-Io e submetê-Io à análise.

Por agora, e para não antecipar questões que teremos de tratar, nos limitaremos a dizer que, SEJA DURANTE A SUA UNIÃO COM O CORPO OU APÓS A SEPARAÇÃO, A ALMA JAMAIS SE SEPARA DO SEU PERISPÍRITO.
Kardec é bem claro nessa questão ele fala A ALMA JAMAIS SE SEPARA DO SEU PERISPÍRITO.

Wilson Moreno

Nenhum comentário:

Postar um comentário