Estudando o Perispirito.
Vejamos essa observação de
Kardec.
O perispírito não é uma dessas
hipóteses a que se recorre nas ciências para explicação de um fato. Sua
existência não foi somente revelada pelos Espíritos, pois resulta também de
observações, como teremos ocasião de demonstrar. Por agora, e para não
antecipar questões que teremos de tratar, nos limitaremos a dizer que, seja
durante a sua união com o corpo ou após a separação, A ALMA JAMAIS SE SEPARA DO
SEU PERISPÍRITO.
Já se disse que o Espírito é uma
flama, uma centelha. Isto se aplica ao Espírito propriamente dito, como
princípio intelectual e moral, ao qual não saberíamos dar uma forma
determinada. MAS, EM QUALQUER DE SEUS GRAUS, ELE ESTÁ SEMPRE REVESTIDO DE UM
INVÓLUCRO OU PERISPÍRITO, cuja natureza se eteriza à medida que ele se purifica
e se eleva na hierarquia. Dessa maneira, a idéia de forma é para nós
inseparável da idéia de Espírito, a ponto de não concebermos este sem aquela. O
perispírito, portanto, faz parte integrante do espírito, como o corpo faz parte
integrante do homem. Mas o perispírito sozinho não é o homem, pois o
perispírito não pensa. Ele é para o Espírito o que o corpo é para o Homem: o
agente ou instrumento de sua atividade.
Allan Kardec
O Livro dos médiuns
Capítulo I
Ação dos Espíritos Sobre a
Matéria item 54 e 55
Nesse texto de Kardec vemos claramente
que o perispirito acompanha sempre o espírito jamais se separa dele.
Mais Andre Luiz narra em suas
obras principalmente na obra Libertação que o espírito pode perder o veiculo
perispiritual o que ele chama de segunda morte, ele fala também que o
perispirito é perecível pode morrer.
Kardec já fala outra coisa seja
durante a sua união com o corpo ou após a separação, A ALMA JAMAIS SE SEPARA DO
SEU PERISPÍRITO.
MAS, EM QUALQUER DE SEUS GRAUS,
ELE ESTÁ SEMPRE REVESTIDO DE UM INVÓLUCRO OU PERISPÍRITO, cuja natureza se
eteriza à medida que ele se purifica e se eleva na hierarquia.
Kardec é bem claro nessas
palavras A ALMA JAMAIS SE SEPARA DO SEU PERISPÍRITO.
Mais Andre Luiz fala que o
espírito pode perder o veiculo perispiritual vemos a contradição doutrinaria,
isso é mistificação de Andre Luiz.
O perispirito não pode morrer não
existe segunda morte o espírito tem sempre um corpo fluídico que vai se
eterizando conforme a evolução moral e intelectual do espírito.
Agora veja com muita atenção esse
texto de Kardec
Revista Espírita de maio de 1858,
onde se destaca a diferença entre ALMA e Espírito no uso do Períspirito:
...a alma não deixa tudo na
sepultura e que leva alguma coisa consigo.
Haveria, assim, em nós, duas espécies de matéria: uma grosseira, que constitui o envoltório exterior, OUTRA SUTIL E INDESTRUTÍVEL. A morte é a destruição, ou melhor, a desagregação da primeira, da que a alma abandona; a outra se libera e segue a alma que CONTINUA, DESSE MODO, TENDO SEMPRE UM ENVOLTÓRIO; é o que chamamos perispírito. Essa matéria sutil, extraída, por assim dizer, de todas as partes do corpo ao qual estava ligada durante a vida, dele conserva a impressão; ora, eis por que os Espíritos se vêem e por que nos aparecem tais quais eram quando vivos.
Haveria, assim, em nós, duas espécies de matéria: uma grosseira, que constitui o envoltório exterior, OUTRA SUTIL E INDESTRUTÍVEL. A morte é a destruição, ou melhor, a desagregação da primeira, da que a alma abandona; a outra se libera e segue a alma que CONTINUA, DESSE MODO, TENDO SEMPRE UM ENVOLTÓRIO; é o que chamamos perispírito. Essa matéria sutil, extraída, por assim dizer, de todas as partes do corpo ao qual estava ligada durante a vida, dele conserva a impressão; ora, eis por que os Espíritos se vêem e por que nos aparecem tais quais eram quando vivos.
Mas essa matéria sutil não tem a
tenacidade, nem a rigidez da matéria compacta do corpo; ela é, se assim podemos
nos expressar, flexível e expansível; por isso a forma que toma, se bem que
calcada sobre a do corpo, não é absoluta; ela se dobra à vontade do Espírito,
que pode dar-lhe tal ou tal aparência, à sua vontade, ao passo que o envoltório
sólido oferece-lhe uma resistência intransponível; desembaraçado desse entrave
que o comprimia, o perispírito se estende ou se retrai, se transforma, em uma
palavra, se presta a todas as metamorfoses, segundo a vontade que age sobre
ele.
Allan Kardec
Vou realçar essa observação
doutrinaria de Kardec
Haveria, assim, em nós, duas
espécies de matéria: uma grosseira, que constitui o envoltório exterior, OUTRA
SUTIL E INDESTRUTÍVEL. A morte é a destruição, ou melhor, a desagregação da
primeira, da que a alma abandona; a outra se libera e segue a alma que
CONTINUA, DESSE MODO, TENDO SEMPRE UM ENVOLTÓRIO; é o que chamamos perispírito.
Veja o termo que Kardec usa
INDESTRUTÍVEL.
O espírito tem sempre um corpo
fluídico que não morre nunca ele vai se eterizando conforme a evolução moral e
intelectual do espírito que é o ser pensante.
Como disse Kardec segue a alma
que CONTINUA, DESSE MODO, TENDO SEMPRE UM ENVOLTÓRIO; é o que chamamos perispírito.
Veja o termo que Kardec usa TENDO
SEMPRE UM ENVOLTÓRIO; é o que chamamos perispírito.
Wilson Moreno
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